Conheça mais sobre a “Internet das coisas”


Nos primeiros dias de 2015, o mundo registrou 25 bilhões de dispositivos conectados à internet.

 

 

 

A “Internet das Coisas” é um termo que se refere a uma evolução tecnológica que tem como objetivo conectar os itens usados do dia a dia à rede mundial de computadores. Tendo o mundo físico e o digital como um só, através dispositivos que se comuniquem com os outros, os data centers e suas nuvens.

 

Como surgiu o termo?

1991 – Surge a ideia de conectar objetos quando a conexão TCP/IP e a Internet que conhecemos hoje começou a se popularizar.

1999 – Kevin Ashton do MIT propôs o termo “Internet das Coisas” e dez anos depois escreveu o artigo “A Coisa da Internet das Coisas” para o RFID Journal.

 

Aplicações infinitas 
A ‘Internet das coisas” não está tão distante como muitos pensam. Hoje em dia já existem muitos inovações nessa área, como por exemplo:

  • Caixas de comprimidos que sabem se você tomou ou não o medicamento do dia e que notificam uma central para te avisar da urgência dessa medida.
  • Medidor de pressão e oximetria que, conectados à internet, enviam esses dados para um software que podem remetê-los ao seu médico e, se for o caso, até chamar uma ambulância.
  • Linha de aparelhos domésticos – que incluem máquinas de lavar roupa, fogões, geladeiras e aspiradores de pó robóticos – pode ser controlada por comandos de dados de forma automática a partir de smartphones e smartwatches.
  • Carros conectados diretamente ao seu smartphone.

 

Privacidade e outras questões 

Muitos profissionais da área vêm mostrando preocupação com a proteção do volume de informações pessoais que passará a circular pela rede quando a internet das coisas se popularizar ainda mais.

Nesse sentido, os horários que você entra e sai do trabalho, os códigos para abrir a porta de sua casa, a marca de sua cerveja preferida e quantas garrafas você tem tomado dela por dia, quanta água você tem desperdiçado com banhos de banheira durante a seca: tudo estará, mesmo que criptografado, disponível na web.

Um estudo realizado pela HP aponta que a “Internet das coisas” atualmente ainda é muito vulnerável, que 100% dos objetos avaliados contém falhas significativas na segurança de senhas, criptografias e problemas de autenticação.

 

Mesmo que o movimento no sentido de adoção maciça da internet das coisas pareça ser impossível de conter, muita tecnologia e segurança ainda precisam ser desenvolvidas para que haja segurança, conexões e velocidade suficiente para que a “Internet das coisas” conquiste todo o seu potencial.

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