HPE na era da Economia das Ideias


 

Em entrevista exclusiva à revista Innova, Manoj Suvarna conta como a Hewlett Packard Enterprise está pronta para atender às demandas de uma nova economia.

 

Manoj Suvarna é diretor da área de Sistemas Convergentes na região Américas que possui 19 anos de experiência na indústria de tecnologia, sendo um dos executivos da HPE mais atuantes da companhia quando se fala na era da Economia das Ideias. Hoje, Manoj lidera as tecnologias de sistemas convergentes incluindo virtualização, cloud, hyper converged e soluções de big data.

 

“A Economia das Ideias trata da disruptura de indústrias que vinham trabalhando tradicionalmente. Tudo conduzido pela economia dos aplicativos, mudando rapidamente a expectativa do cliente, que hoje quer mais velocidade e mais satisfação.”

(Manoj Suvarna, diretor da área de Sistemas Convergentes na região Américas)

Na era da Economia das Ideias não dá mais para levar meses para colocar uma nova ideia ou um novo produto no mercado, é preciso migrar para a nuvem pública, pular os processos tradicionais, deixando a TI muitas vezes de lado.

 

“Por isso as empresas precisam levar a tecnologia para acelerar isso, identificando oportunidades onde é possível ser mais ágil e o responsável por suportar os novos ambientes. É preciso se posicionar. Isso é chave para a TI. Além disso, é preciso entender o que se precisa e para quê.”

(Manoj Suvarna, diretor da área de Sistemas Convergentes na região Américas)

 

O futuro será um modelo definido por software, com aplicativos hospedados na nuvem e as informações disponíveis na palma da mão a qualquer hora. Fato que obriga as empresas a encontrarem novos meios de fazer negócios, em ambientes que podem ser gerenciados e provisionados em tempo real, esteja eles em uma nuvem privada, pública ou híbrida.

 

A HPE veio para auxiliar nesse processo, desenvolvendo soluções sobre uma nova arquitetura, que chamamos de Composable Infrastructure, que consiste em três principais princípios de design, são eles:

  1. Uso de pools de recursos fluidos, em que a computação, o armazenamento e a estrutura de rede podem ser compostos e recompostos para a necessidade exata do aplicativo;
  2. Inteligência definida por software, que faz a própria detecção e montagem da infraestrutura de que você precisa e realiza atualizações sem atrito que podem ser repetidas.
  3. O uso de uma API unificada, que significa uma única linha de código para abstrair cada elemento da infraestrutura, com 100% de capacidade de programação da infraestrutura e interface sem sistema operacional para infraestrutura como serviço.

 

Hoje a HPE tem a nuvem, a aplicação e o serviço, o portfólio completo. Já temos uma combinação de plataformas integradas e soluções de ponta a ponta, que vão desde a infraestrutura até o mecanismo de gestão e serviços de suporte. Também contamos com uma camada de software que consegue olhar a infraestrutura no detalhe do componente de tecnologia. Isso permite saber exatamente a escalabilidade, permitindo não se criar mais máquinas virtuais, mas capacidade virtual.

 

Acesse o PDF Revista I HPE Economia Ideias e veja a entrevista completa sobre o assunto.

 

 

 

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